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Saiba o motivo de você não ser feliz
Traduzir em palavras, obras, rituais e atitudes o que não pode ser dito é a maneira pela qual se tem procurado trazer o conhecimento sobre o ego. Nessa própria tradução existem dificuldades ensejadas pela cultura, os meios disponíveis e as más interpretações. Contudo, é possível apontar o caminho.
O criador de problemas.
“Todo mal nasce do ego”
Sidarta, O Buda.
O ego é o personagem que dizemos que somos. Nasce com a concepção e tem fim com a morte.
A identificação com o ego, e suas limitações, é responsável por não nos lembrarmos da Natureza Divina.
A Natureza Divina é o Eu Superior que todos somos na realidade.
É essencial conhecer a Natureza Divina.
Para conhecê-la é imprescindível aperceber-se do ego e superá-lo.
Conscientes da nossa Natureza Divina temos a existência orientada com o Eu Superior - Mestre do ego - e o verdadeiro senhor da vida.
Esquecidos de nosso verdadeiro Eu pemitimos que o ego controle a nossa existência com a sua loucura, resultando em problemas e sofrimentos.
Ao Acordarmos na realidade O Superior orienta nossas vidas e todas as misérias causadas pelo ego têm fim.
O fim dos problemas
Todos nascem, crescem, produzem, reproduzem, envelhecem e morrem. Viver é assim e não há nada demais em sê-lo. Então, porque vemos problemas na existência?
Facilmente entende-se o porquê de tantos problemas quando estamos conscientes da maneira automática que temos existido - até agora - sem nenhuma criatividade, alegria ou novidade, sofrendo ou se alegrando com os acontecimentos da vida.
É sempre bom lembrar que todas as coisas e fenômenos não tem intenção de auxiliar ou problematizar. Todavia, fomos programados para acreditar que existem coisas e situações problemáticas e propícias.
Muitas pessoas sábias já se deram conta que o sentir é uma percepção dos sentidos. O sofrer e o gozar são interpretações do que foi sentido.
A interpretação induz sentimentos de apego ou desprezo e condiciona a prática de ações.
A ação gera reação, a qual é percebida como sendo boa, ou má, gerando a mais ação, ou inação.
É, tipo, uma espécie de "moto contínuo" psicológico!
Este processo mental que vê problemas e facilidades, interpretando a realidade como se ele fosse o centro controlador da vida, é o que se diz ser o ego.
O complicador, interpretador e sofredor ego.
Não existem problemas, nem nunca existiram ou existirão!
Reflita ... Se o problema tem solução, não há porque se preocupar. Se o problema não tem solução, toda preocupação é inútil!
Tranquilize-se agora!
A cultura egóica.
O vazio existencial do mundo atual foi criado pelo ego.
Em todos os lugares do planeta está implantado o egocentrismo e todas as suas conseqüências.
Mesmo as instituições que deveriam trazer valores superiores ao mundo estão infectadas.
Aquele que não quiser iludir-se, facilmente perceberá egoismo permeando tudo como o “joio no meio do trigo”. Assim, vejamos:
- Exaltação de personalidades.
- Algum tipo de submissão a uma hierarquia inquestionável e cômoda apenas aos que estão nos níveis superiores.
- Competição entre indivíduos e entre seitas. A "guerra santa".
- A divindade com atributos humanos.
Em geral, as divindades egóicas são mais imbecis e cruéis do que nós, meros seres humanos.
- Dogmas.
- Repressão a todas as formas de expressão da sexualidade, de relacionamentos familiares, de carinho e de contato dos sexos.
- Ideais impossíveis de serem realizados.
Comparação das atitudes do fiel com as de “seres iluminados”, cujo comportamento não pode ser checado, pois já morreram faz tempo.
- Barganha com o acesso ao divino. (façam-me rir!)
- Postergação da felicidade para depois da morte.
O crente só será feliz depois morto. (Num "guento"! Esta é hilária!)
- Medo da morte. (contraditório, não?)
- Ausência de um método confiável de dissolução do ego, união comunitária e reunião com a Divindade.
- Rituais.
Vazios de significado, apenas um repetição oca. E quando alguém erra o ritual mais um motivo para brigar. (Como se precisassem!)
- Criação de culpa no fiel.
Você é culpado por alguma coisa que outro fez ou por não fazer algo que é impossível uma pessoa em sã consciência fazer.
- Deus sem família e nem sexo. Vida espiritual idem.
- Acreditar o ser humano como algo separado da natureza e que pode até destruí-la para “melhorá-la”.
- Medo da liberdade e da responsabilidade de viver sua própria vida.
- Comércio de coisas “sagradas” ou doutrinárias (livros, discos, palestras, curas, favores de deus...).
O divino, para os patifes, também tem um preço. Tem até aquela piada do sacerdote que pega as oferendas, joga-as para o alto e diz: “Eis aqui as oferendas deus! O que o senhor pegar é seu, o que cair de volta é meu!”.
E há muito mais...
Conhecendo o ego, e o além do ego, será fácil ver os milhares de exemplos de loucura, malícia, pusilanimidade, puxa-saquismo e imbecilidade cultuados como verdades eternas e inquestionáveis.
Como estes valores impregnam atualmente todas as sociedades modernas acredito que chegamos a ter uma única religião, doutrina e filosofia. O culto ao “deus ego” (EGOISMO).
Esse culto está infectando a psique individual e coletiva da humanidade, ameaçando tudo de bom e belo que pode haver na existência e no planeta!

Nosso mundo .....
Teorização sobre o ego
Tentarei teorizar, mas é impossível falar sobre o ego. O próprio ato de escrever e ler são habilidades da personalidade, logo, interpretações.
O conhecer acontece diretamente, é experiência mística: "um estado alterado da mente em que o indivíduo diz ter se unido com uma entidade divina, ou ter tido contato com a realidade transcendental". (adaptado da Wikipédia)
A membrana
Dentro da piscina do Mahatma, conversando sobre biologia molecular, cheguei ao conhecimento do nascimento do ego - A MEMBRANA.
A milhões de anos atrás, quando as moleculas replicantes de DNA estava soltas no "caldo", necessariamente surgiu uma membrana que permitiu que aquele DNA se individualizasse.
Assim, com o surgimento da membrana, separando as moleculas de DNA do meio, nasce o egoismo e a ilusão de separação.
A BASE DO SEU EGO É A MEMBRANA PRIMEVA!
Leia percebendo o leitor.
1) O ego como cristalização da mente coletiva.
Em um passado distante, quando éramos membros de comunidades de caçadores/coletores, o que dizemos hoje ser o eu era a voz interna dos valores/necessidades do grupo. Vivíamos para o bando e assim interpretávamos como nossas as necessidades coletivas. Com o nascimento da agricultura e da propriedade privada, aquela construção mental que nos fazia sentir o interesse/necessidade do grupo como nosso cristalizou-se em uma pretensa individualidade.
Antes éramos "o bando" e não "membros do bando" (até hoje as crianças são assim).
Ao nos tornarmos "donos de algo" fomos forçados a criar a nossa falsa individualidade o que nos fez pensar que seríamos diferentes uns dos outros. Não éramos mais “nós”, daquele momento em diante era “eu” e “eles”.
O mito de Adão e Eva, descrito no gênesis, pode ser compreendido como o do surgimento do ego.
O castigo foi a expulsão do paraíso igualitário em que vivíamos (sem egos ou posses) para este triste e egoísta mundo em que estamos, onde desde o surgimento dessa estória, até hoje, trilhamos uma rota suicida em direção à destruição da natureza do planeta e da nossa espécie.
Não é de estranhar que a Bíblia, o livro máximo da civilização ocidental, comece contando a estória mítica do surgimento do ego e conclua com a previsão da destruição do mundo, construído sobre valores egoístas. Ao passo que prevê sua redenção através do “Cristo”, arquétipo dos valores comunitários (ou seja, o "anti-ego").
2) O ego como redutor das percepções sensoriais.
O cérebro humano recebe os impulsos que os nossos sentidos captam, percebe a si mesmo e o organismo (propriocepção).
Essas milhares de pulsões instintivas que lhe chegam paralisariam totalmente a individualidade se fossem, conscientemente, percebidas.
Nesse contexto o ego seria uma construção mental que dá atenção somente “ao que interessa” deixando de perceber a infinita gama de sensações que afetam o cérebro.
Como um cão de guarda, o ego se coloca entre o que sentimos e as percepções advindas do inconsciente dando expressão somente ao que é conveniente para a sociedade e o indivíduo.
Desta maneira dá-se a inclusão social, porém manter esse guardião, esta repressão de si mesmo, consome a energia que poderia ser utilizada para o trabalho nobre e o prazer.
Devido a este gasto inútil de energia psíquica as pessoas vivem estressadas, cronicamente cansadas, sem iniciativa, insensíveis, egoístas, estúpidas, tristes, tensas e pessimistas.
Bodhidarma sentou-se e meditou durante nove anos diante de um muro. Aos que perguntavam porque ele fazia aquilo, respondia: "já que as pessoas se tornaram como muros, prefiro meditar diante de um muro de verdade!"
3) O ego como um programa implantado no cérebro para controle do indivíduo pela sociedade.
O cérebro dá as percepções duas interpretações: fenômenos prazerosos ou dolorosos.
Desde a gestação começamos gravar os resultados de nossas experiências. Essas lembranças intercalam-se e criam complexos enrijecidos de sensações, pensamentos e atitudes.
Com base no que temos guardado na nossa memória nos arvoramos a achar que sabemos quais atitudes nossas geram dor ou prazer.
O que não percebemos é que, em geral, as atitudes foram sutilmente impostas pelos maiorais da sociedade, através da nossa educação tanto formal quanto doméstica.
A repetição, a imitação e a intimidação existentes no processo educacional fazem com que as atitudes convenientes se tornem rotinas, e sejam realizadas automaticamente, da maneira que foram incutidas.
Desse modo são implantados e sedimentados os valores da sociedade ególatra. (ter dinheiro, casa, casamento, mandar, divisão, sexismo, racismo, orgulho, medo dos outros, medo do prazer, ganância, etc...).
Isso acontece porque o sistema nervoso atua simultaneamente em três campos: 1 - monitora o corpo controlando automaticamente funções como batimento cardíaco, temperatura, pressão sangüínea, nível de excitação, etc.; 2 - contata o mundo exterior através da recepção e filtragem das sensações captadas do ambiente pelos sentidos; 3 - produz adequações de maneira a manter a integridade do ser.
Tanto as sensações quanto as adequações e, também, os resultados das respostas dadas, são armazenados na memória consolidando comportamentos que foram as respostas mais adequadas, para a maioria das situações, e com as quais as necessidades físicas e psíquicas foram atendidas.
É este acúmulo de memórias, iniciado desde a gestação, a base para que construamos a entidade, o personagem, que utilizaremos para dizer quem somos.
Igualzinho a uma rotina programada num computador.
Dessa forma, o ego dará sempre as mesmas respostas à infinidade de situações com as quais nos defrontamos no dia a dia.
E ai de quem começar a dar respostas diversas...
Se, pelo menos, o sistema conseguisse, mesmo, moldar as pessoas do jeitinho que ele quer teríamos de lhe dar os parabéns. Mas não é bem assim.
As pessoas estão ansiosas e sabem que algo está errado. Que não são felizes da maneira que foram programadas para ser.
Afinal, querem amor, o Divino, a arte, o bem viver.
Querem, simplesmente, ser o que são e a “educação” que receberam não permite.
A personalidade que foi construída para eles não os deixa ser felizes.
Por trás do ego pulsam, reprimidos, turbilhões de instintos e esses instintos são perigosos para os mantenedores do “status quo”.
A função do ego é mantê-los sob controle e o Ser alienado de si mesmo.
Para os mantenedores da atual forma de sociedade é preciso que continuemos sonhando que há algum tipo de esperança ou que a situação é passageira, já que elas viverão bem "após a morte" (Não é piada!).
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4) O ego como o criador de símbolos.
No velho e bom gênesis lemos que Deus deu a Adão a tarefa de dar nome a todas as coisas. E pai Adão foi nomeando...
Quando você observar bem perceberá que o mundo que temos na mente é linguagem. Palavras. Signos. Símbolos.
Constantemente existe um diálogo interno dentro da cabeça que não dá um minuto de sossego.
Trata-se do processo mental de simbolizar a realidade, cujo narrador é o ego.
Ele interpõe-se entre “o percebido” e “O que percebe” criando a interpretação da realidade.
Assim, haverá tantas realidades quantos forem os narradores (egos). As pessoas sabem muito bem que “cada cabeça é um mundo”.
Cada personalidade, criando a sua narrativa, se afasta do presente e do real.
O presente é silêncio.
Quando o símbolo está sendo criado na mente a REALIDADE já virou um sonho, deixou de ser o que é, passou a ser apenas uma lembrança na memória, uma estória do que você interpretou como sendo o que houve.
E não são somente palavras, são visões, percepções, emoções e pensamentos.
Toda civilização e história ditas humanas, até hoje, foram criadas por este mecanismo e é justamente ele que gera ruído na mente e não permite está no silêncio criativo do presente.
Não dê ouvidos ao narrador - apenas esteja no "agora" e confie na sua capacidade de se dar bem!
5) Ego, o personagem aceito como o eu.
Quando você vai num banco, para o atendente do banco, e para o banco, você não é um semelhante, humano, do bando, confiável.
Lá, lhe serão pedidos identidade, CPF, certidões negativas, comprovante de renda, você será devidamente cadastrado, rotulado.
Afinal são necessários alguns avais...
Não pense, porém, que este processo acontece só na burocracia!
Internamente todos somos personagens, rotulados e cadastrados. Somos "coisas" que existem em “relação a”.
Em uma conversa informal a pessoa diz que é de tal lugar, gosta disto e daquilo, seu nome , concorda e discorda, faz uma algaravia.
Rotula-se, dizendo o que é em “relação a”.
E os demais, simultaneamente, vão rotulando o conversador “em relação a” as idéias que já tenham sobre o como deve ser uma pessoa de tal lugar e que gosta disso ou daquilo, etc..
O personagem que a pessoa diz ser tem algumas características gerais, mas não é só um.
Em casa é um, no trabalho outro e na via pública é diferente dos dois.
Quase sem perceber coloca a máscara adequada a cada circunstância.
Pelo menos é imperceptível até que comece a atentar para este fenômeno.
Quando começa a notar a tal máscara sente como se houvesse um círculo invisível em torno de dela.
Algo que não lhe permite entrar em contato com ninguém.
Nem consigo mesmo.
Sozinho e sem nada a fazer ou pensar não pára de fazer e pensar coisas na sua mente.
Procura um pouco de paz e... nada .
Sabe que é uma fraude e sente-se péssimo por isso.
Aquele sonho constante com o futuro, aquela recordação sem fim do passado, aquela necessidade de falar, aquelas mil idéias que não vem de si mesmo, não lhe perturbarão mais quando você souber, e sentir, que aquilo não é você. É o seu personagem.
6) O ego como o explicador.
Quando se diz: “gosto de me banhar na chuva”. É o verdadeiro eu falando. Quando se diz: “gosto de me banhar na chuva porque eu gostava quando era pequeno”. Ou, porque é bom ou porque faz bem para saúde. A explicação que vem depois do “porque” é produzida pelo ego, pelo condicionamento, pelo explicador.
Você gosta de se banhar na chuva, sempre gostou, mas em algum ponto de seu crescimento foi-lhe dito que não poderia fazer as coisas de que gosta, que precisaria explicar e pedir autorização (aos pais, professores, etc...). Pois bem, agora que pode simplesmente pensar/sentir “chuva oba! banho!”, ainda continua se explicando!
Então, por trás da sua explicação está o seu personagem em relação a algum tipo de autoridade (até sua falsa consciência).
É como se você ainda ache que não é responsável por si mesmo. Que não sabe realizar um bom trabalho e não tem condições de estar alerta nem o bom senso de não se meter numa enrascada.
Quanto menos ego menos “porquês”, mais a pessoa é responsável pelo que faz e dá menos explicações.
7) Resumindo.
Desde a gestação o ego vai sendo construído. Ele é a sua personalidade, formada por milhares de memórias que se expressam através do seu corpo.
Cada uma destas memórias são complexos de sentimentos/idéias associados aos papéis representados por cada um, desagradáveis ou não, e com os quais nos identificamos conforme as circunstâncias.
Estes papéis são – filho, filha, mãe, pai, irmão, irmã, homem, mulher, esposo, esposa, amante, profissões, nacionalidade, religião, etc... .
Cada um papel reivindica para si o controle do organismo apresentando os seus pontos de vista limitados e criando a barafunda mental de pensamentos, sentimentos e atitudes desencontrados .
Esta é a triste situação de 99,999 % da humanidade.
Sair desta estatística é o que melhor podemos fazer por nossa felicidade.
Como disse o sábio Buda Sidarta “todo mau nasce do ego”, o fim do mau é, pois, o fim do controle que o ego exerce sobre o nosso viver.
Nada que você obtenha poderá ser aproveitado se ainda estiver sob o domínio deste algoz.
Lembre-se que nem gozar ele lhe permitirá. Como disse o Divino Mestre Jesus – “De que lhe adianta ganhar o mundo inteiro e perder sua alma?”.
LIBERTANDO-SE DO EGO

Aparentemente não existe saída para o condicionamento ao ego, nem limites para o seu domínio. Desde a gestação até agora foi criado, pelo mundo, um "tipo", um personagem, para se relacionar com os outros egos.
Essa situação tem a sua razão de existir e a sua utilidade, bem como há maneiras de se ir além, a saber:
1º) Recorde a sua infância.
Procure recordar quando era apenas um bebê. Quando tinha pouquíssima memória e vivia no presente, apenas sendo existência. Sem ansiedade quanto ao futuro, nem nada a recordar. Aquele mesmo ser que entrou na vida tão sereno continua existindo aqui/agora.
2º) Seja você mesmo.
Entender que com o ego não posso me relacionar com a existência, pois eu sou existência, portanto posso Ser.
3º) Veja que o ego é algo não existente de per si.
O que existe é o Ser espiritual eterno, O existente! Que por ser vida eterna pode ser livre, feliz e sereno.
4º) Entenda que o tempo não existe.
O que dizemos serem horas, dias, meses, anos... são a interpretação dos movimentos da terra em relação ao sol, ou seja, um movimento padrão que serve da base para mensuração de outros movimentos.
Seja bem vindo a eternidade!
5º) Entre em oração.
Ore em silêncio, no seu quarto, de si para si mesmo. Fale com Deus como o seu melhor e mais íntimo amigo. Seja sincero. Seja você mesmo. Lembre-se que Deus conhece tudo sobre você!
6º) Observe a si mesmo.
Permaneça atento, relaxado e silencioso. Examine suas atitudes, suas palavras e seus pensamentos/sentimentos. Sem julgar, por favor! Seja A Testemunha de si mesmo.
7º) Sintonize com o Pensamento Superior.
Se estiver tendo uma atitude ou pensamento mau , pare e coloque para si mesmo: “vamos sintonizar com o Superior e escutar o que ele diz sobre tudo isto”.
8º) Aprenda a realizar os seus sonhos.
Quando estiver pensando em fazer algo o primeiro passo é escrever o que você quer; faça um orçamento de quanto e o quê será necessário para a execução do projeto, até a sua conclusão, procurando ser o mais específico possível; escreva a seqüência de ações necessárias para realizar o que você pretende.
Após fazer todo o planejamento (com orçamento e cronograma de execução) veja se aquilo que você quer é viável e realize.
Se não, esqueça!
Não é sua missão.
9º) Seja sincero e verdadeiro.
Lembre-se que se a VERDADE está a salvo tudo o mais está a salvo!
Conclusão?
O assunto não se esgota. Nem o que está escrito aqui é qualquer novidade nem algo assombroso.
Assombroso é alguém ter que escrever sobre uma maneira de lhe trazer de volta a você mesmo.
Deveria ser a coisa mais natural – afinal VOCÊ É VOCÊ MESMO!
Escreva-se, ou não, o processo Divino de evolução fará com que você chegue ao êxtase.
Quando "chegar" saberá que sempre esteve em êxtase!
Para saber disso é só olhar pra dentro de si.
Ficar de bem consigo.
E fazer algo que lhe agrade.
Cuide-se bem.
Seja Corajoso!
Seja Generoso!
Seja Sábio!
Certo é o que dá certo.



